Catete

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Pontos Turísticos do Bairro     Utilidades Públicas do Bairro

O Catete é um bairro da Zona Sul da Cidade do Rio de Janeiro caracterizado pelas suas nuances   comerciais/residenciais, haja vista seu forte comércio, tanto formal como informal, sendo constituído por população residencial majoritariamente da classe média.

A história do bairro teve início no período colonial, precisamente em meados de 1575, quando o então governador Antonio de Salema teve a iniciativa de construir uma ponte sobre o Rio Carioca no local da atual Praça José de Alencar - a primeira ponte da cidade - chamada de Ponte de Salema,  cobrando pedágio aos passantes oriundos das partes que margeavam o rio, naquele local, os  brancos pagavam um preço, já burros, cavalos e escravos pagavam outros valores, essa ponte existiu até cerca de 1866.

Da Ponte de Salema até o Largo do Machado, existia somente um caminho que era denominado Catete. Já em sentido contrário do Largo do Machado até a Gloria, o local era deserto possuindo pequenas chácaras e muito poucas casas, e este mesmo caminho era conhecido como:  Caminho que vai da Glória ao Catete. Posteriormente generalizou-se possuindo este nome em toda sua extensão, o que até hoje persiste, ou seja Rua do Catete. O nome Catete, em tupi significa Mato Fechado.

O Bairro do Catete já foi sede do Governo da República do Brasil e residência oficial do Chefe de Estado, estando localizado no prédio que hoje hospeda o Museu da República, existindo também no local grande espaço com um vasto jardim extremamente bem cuidado, oferecendo extensa área de lazer, visita e entretenimento.
Por ser de ocupação muito antiga remontando ao período colonial, o Catete ainda possui inúmeros sobrados e prédios históricos ou arquitetonicamente relevantes.  

Muitos prédios da Rua do Catete são tombados pelo IPHAN para compor a ambiência do Palácio do Catete, representando típicos exemplos de arquitetura particular eclética de meados do século XIX. Serviam para uso residencial, sendo algumas, até hoje, utilizadas para o comércio. Apresentam-se com portas no térreo, janelas rasgadas, com sacadas corridas ou isoladas e ornamentadas em cima por platibandas decoradas, algumas encimadas por estatuetas ou vasos de estuque. Das construções, supõe-se ser o mais antigo o grande sobrado de esquina da Rua Corrêa Dutra, antigo Carson Hotel (depois loja Renascença) e hoje dando espaço a uma loja de departamentos.
Infelizmente, inúmeros sobrados e casas construídos na era colonial foram demolidos pela suposta "modernidade", como no caso do Cine Azteca, famoso por sua arquitetura baseada no estilo dessa antiga civilização.
 
Hoje o bairro possui sua própria estação do Metrô e vale ressaltar que o Aterro do Flamengo também está, com sua área mais extensa, localizado nas  imediações do Bairro do Catete, sendo quase impossível estabelecer limites entre o citado Bairro e o parque naquele aterro construído,  os quais, para todos os efeitos, se integram em uma só forma e área.

 


Pontos Turísticos

Museu Edison Carneiro ou Museu do Folclore

Com  o  término  da   Segunda  Guerra  Mundial,  a  Unesco  liderou  um movimento  que  procurou  implantar  mecanismos  para  documentar e preservar tradições que, avaliavam, estariam em vias de desaparecimento.
No Brasil,  atendendo a  essa diretriz,  em 1947  foi  criada  a  Comissão Nacional de Folclore, vinculada à Unesco.
Desse processo resultou, em 1958, a instalação da Campanha de Defesa do Folclore Brasileiro, primeiro órgão permanente dedicado a esse campo, vinculado ao então Ministério da Educação e Cultura. Em 1976 a Campanha foi incorporada à Funarte como Instituto Nacional do Folclore.
Já com a denominação atual  Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular  a instituição passa no fim de 2003 a integrar a estrutura do Iphan.

O Museu do Folclore foi criado em 1968, mas parte de seu acervo já existia fazendo parte da Campanha Nacional de Defesa do Folclore Nacional desde 1950, o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) é a única instituição pública federal que desenvolve e executa programas e projetos de estudo, pesquisa, documentação, difusão e fomento de expressões dos saberes e fazeres do povo brasileiro.

Suas atividades produziram um acervo museológico de 13 mil objetos, 130 mil documentos bibliográficos e cerca de 70 mil documentos audiovisuais.

O CNFCP está instalado no conjunto arquitetônico do Catete, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em geral o museu exibe uma exposição permanente que reúne cerca de 1.400 objetos que contam uma das muitas histórias possíveis sobre o homem brasileiro, organizada em cinco unidades temáticas:  vida, técnica, religião, festa e arte.
Os casarões onde hoje funciona o museu, faziam parte do complexo do Palácio do Catete lá, funcionava a Casa da Guarda Palaciana.

Setores do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP) oferecem horários diferenciados para o público:

MUSEU DE FOLCLORE EDISON CARNEIRO
De terça a sexta-feira, de 11h a 18h.
Sábados e domingos, de 15h a 18h.
Visitas de grupos mediante agendamento prévio pelo telefone (21) 2285-0441, ramal 204.

SALA DO ARTISTA POPULAR
De terça a sexta-feira, de 11h a 18h.
Sábados e domingos, de 15h a 18h.

GALERIA MESTRE VITALINO
De terça a sexta-feira, de 11h a 18h
Sábados e domingos, de 15h a 18h.

SALÃO DE LEITURA DA BIBLIOTECA AMADEU AMARAL
De terça a sexta-feira, de 10h a 17h30

ACERVO SONORO-VISUAL
Terças e quintas-feiras, mediante agendamento prévio pelo telefone (21) 2285-0441, ramal 230.

ACESSO E ESTACIONAMENTO
Há área de estacionamento pago, no Palácio do Catete, ao lado do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.

Fax: (21) 2205-0090 | Site: www.cnfcp.gov.br 

(21) 2285-0441 (21) 2205-0090
Rua do Catete, 179 e 181 - Catete
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Palácio do Catete

A construção mais famosa do Catete é o Palácio do Catete, ou Museu da República, a história do Palácio do Catete está ligada a história política do Brasil, mais do que um cenário privilegiado dos principais acontecimentos do país, o Palácio é uma espécie de personagem sempre presente na nossa história, desde os tempos do Imperador D. Pedro II, para depois tornar se o Museu da República. Em seus salões, aconteceu quase tudo, desde declarações de guerras a recepções de príncipes e Reis.

O primeiro morador foi o português Antonio Clemente Pinto, Barão de Nova Friburgo. Em 1858 adquiriu uma casa na Rua do Catete, que demoliu e adquiriu um terreno na rua do Príncipe, atual Rua Silveira Martins, que na época chegava até a Praia do Flamengo. Em 1860 as obras do jardim puderam ser ampliadas com a compra de novos terrenos ao lado do que já possuía.

Reza a lenda que a esposa do Barão, a Baronesa de Nova Friburgo (que além de esposa era sua prima Laura Clementina da Silva Pinto), fez o pedido para que fossem abertas janelas entre o porão e o solo na calçada para que ela pudesse ver as pessoas transitando pela rua. Na verdade não foi bem assim que aconteceu, foi que durante a construção a Baronesa pediu ao marido que a mansão fosse construída na frente do terreno voltada como é hoje para a Rua do Catete, e não no centro do terreno ou nos fundos mais próximo a praia (a areia da praia chegava onde fica atualmente as grades que estão ao fundo do palácio, onde hoje se encontra o parquinho, na avenida que tem o nome de Praia do Flamengo), isso porque ela alegava que lá na casa de Cantagalo, “ela só via mato”, e aqui na corte, ela queria ver pessoas das janelas, enfim, o movimento na atual Rua do Catete.

Após a morte do proprietário do imóvel e de sua esposa, o palácio foi herdado pelos filhos que alguns anos depois venderam o imóvel a uma companhia hoteleira. Hipotecado, o imóvel passou a União em 1896.

O palácio do Catete foi sinônimo de poder entre 1897 e 1960 antes que Brasília fosse inaugurada.Dezesseis presidentes passaram por ele o último presidente a ocupá-lo foi o Presidente Juscelino Kubitschek que o transformou num museu. Dos mais dramáticos fatos históricos que ocorreram no palácio destaca-se o suicídio de Getulio Vargas em seu quarto em 1954.

Email: museu@museudarepublica.org.br | Site: www.museudarepublica.org.br

Visita Virtual:  http://www.eravirtual.org/mrepublica_01_br/

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Terça a sexta, de 10h às 17h
Sábados, domingos e feriados, de 14h às 18h

INGRESSOS
R$ 6,00 (entrada franca às quartas-feiras e aos domingos)
Maiores de 65 anos e crianças até 10 anos não pagam
Estudantes têm 50% de desconto

HORÁRIO DO PARQUE
Diariamente, de 8h às 20h
O Portão da Praia do Flamengo funciona de segunda a sexta, de 8h às 18h.
Sábados, domingos e feriados, o portão permanece fechado.

(21) 3235-2650 (21) 2285-0795
Rua do Catete 153, Catete
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Utilidades Públicas

4ª Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização

A 4ª Inspetoria Regional de Licenciamento e Fiscalização, subordinada ao Ministério da Fazenda, atende aos
bairros em serviços de regularização de empresas, licenciamento de letreiros, licenciamentos para quiosques
de várias modalidades, regularização de camelôs, alvará de localização, e funcionamento entre outros serviços
ligados ao comércio e à indústria.

A 4ª inspetoria atende os bairros:  Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Botafogo, Humaitá, Laranjeiras, Urca

O atendimento é de segunda a sexta-feira de 10h às 16h30.

 site: www.rio.rj.gov.br/clf

Todas as outras inspetorias de outros bairros, são encontradas no site:

www.rio.rj.gov.br/clf/inspetorias.htm

(21) 2205-2961 (21) 2205-9706 (21) 2205-2912
Rua Silveira Martins, 104 Catete.
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9ª DP ( Nona delegacia de Polícia )

 Em 1906, a Prefeitura do Distrito Federal deu início a um amplo programa de modernização e melhoria da imagem da força policial no Rio de Janeiro. A arquitetura também deveria contribuir para essa iniciativa. No antigo Distrito Policial do Catete, primeiro prédio público do Brasil a ser construído para abrigar uma delegacia, projetado por Heitor de Mello e considerada a primeira delegacia de polícia especificamente projetada para tal, a referência ao estilo Francisco I é caracterizada pelas porções de alvenaria aparente em contraste com a decoração em argamassa. O aspecto maciço do térreo e as pequenas vigas cilíndricas com seteiras aludem à arquitetura militar. 

Toda esta arqutetura ainda resiste no prédio que abriga a delegacia de polícia que atende o Bairro do Catete e adjacencias é a  9ª DP, que hoje faz parte do projeto Delegacia Legal, foi reformada e reformulada para prestar um atendimento diferenciado a população, desde a divisão do espaço físico até as rotinas da unidade policial interna.

em caso de emergência ligue: 190 

(21) 3399-7200 (21) 3399-7204 (21) 3399-7203
Rua Pedro Américo, N 1 - Catete
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Posto de Saúde ( CMS Manoel José Ferreira )

CMS Manoel José Ferreira (POSTO DE SAÚDE DO CATETE)

O posto de Saúde Manuel José Ferreira, localizado na Rua Silveira Martins, 161,
onde exercita vários serviços ambulatoriais, tais como: Clínicas Médicas, Dermatologia,
Fisioterapia, Obstetrícia Ginecologia, Pediatria, entre outros. O atendimento é realizado
de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, sendo necessário marcar consultas. Nos casos de
vacinação, basta comparecer ao posto diariamente nos horários de 8h às 16:45h.

SERVIÇOS OFERECIDOS
- Audiologia - Clínica médica - Dermatologia - Epidemiologia
- Fisioterapia - Fonoaudiologia - Obstetrícia - Ginecologia
- Neurologia - Nutrição - Odontologia - Oftalmologia
- Otorrinolaringologia - Pediatria - Psicologia - Psiquiatria
- Serviço social - Tisio- pneumologia

PROGRAMAS DE SAÚDE
- Acompanhamento de crianças desnutridas - Acolhimento mãe-bebê
- Adolescentes - Anti-tabagismo - Assistência ao portador de HIV
- Carioca rindo à toa - Dentescola - Diabetes
- Orientação sobre sexualidade e DST’s - Hanseníase
- Hipertensão arterial - Planejamento familiar - Pré-natal
- Tuberculose - Terceira idade - Vacinações

- Febre amarela - Anti-rábica (a partir da 2° dose) - BCG
- Dupla bacteriana (DT) - DPT (tríplice bacteriana) - Dupla viral
- Hepatite B - Sabin - Tetravalente
- Tríplice viral - Rotavírus

(21) 2225-2291 (21) 2225-7508
Rua Silveira Martins, N 161 - Catete
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IV Juizado Cível (Pequenas Causas)

O Juizado Especial Cível, geralmente conhecido apenas pela sigla JEC, é um órgão do sistema do Poder Judiciário brasileiro, destinado a promover a conciliação, o julgamento e a execução das ( causas pequenas ), que para justiça são consideradas de menor complexidade pela legislação.

Quem precisar do auxilio da Justiça para solucionar pequenos problemas, pode contar com o 4º Juizado Especial Cível, popularmente conhecido como juizado de pequenas causas, que tem  total competência  para conciliação, processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade, cujo valor não exceda a 40 vezes o salário mínimo.  Atendimento de 8h às 17h,
de segunda a sexta-feira.

IV JUIZADO ESPECIAL CíVEL

Atendimento de 8h às 17h, de segunda a sexta-feira.

E-mail: cap04jeciv@tj.rj.gov.br

ABRANGÊNCIA:
Botafogo / Cosme Velho / Catete / Gloria / Flamengo / Laranjeiras / Urca
 

(21) 2245-1754
Rua do Catete, N 244 / 4º andar - Catete
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Cartório ( 4 ª Circunscrição do Registro Civil das pessoas Naturais )

O cartório de registro civil das pessoas naturais da quarta circunscrição do rio de janeiro foi criado no ano de 1889, sendo designado inicialmente pelo nome de “Freguesia da Glória e Coração de Jesus”. Já passou pela denominação de “Segunda Pretoria Cível”, e de Quarta Pretoria Cível, até a designação atual de “Quarta Circunscrição”.

É importante salientar, no entanto, que sua área de atuação e abrangência é a mesma desde a fundação, bem como que seu acervo encontra-se completo, não tendo sofrido nenhum desmembramento desde a criação.

A atividade notarial e registral é regulada pelo art. 236, da Constituição Federal de 1988 e desde então é exercida em caráter privado, por delegação do Poder Público, sendo que a admissão na função dá-se através de concurso público, deixando de ser vitalícia e hereditária como no passado. As Leis 6015/1973 e 8935/1994 regulam detalhadamente as funções notariais e registrais no país, sendo complementadas por outras leis e normas.

O notário e o registrador de hoje é um profissional do Direito remunerado por pessoas naturais ou jurídicas (as partes), e não mais pelo Estado. Sua função em nossa sociedade é atribuir fé pública a atos e fatos jurídicos, conferindo-lhes veracidade, legalidade e segurança, impedindo que haja o desvio de conduta.
Sua figura é fundamental para a realização de negócios jurídicos e comprovação de fatos e atos no seio social.


Horário de funcionamento:
seg. à sexta de 9h às 17:30h
sab. dom. e feriados
plantão p/ óbitos e nascimentos
de 9h às 12h

(21) 2556-5113 (21) 2556-6917
Rua Correia Dutra, nº 75-B, Flamengo - CEP 22210-050
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Cartório ( 6º oficio de notas )

O 6º Ofício de Notas da Capital do Estado do Rio de Janeiro foi fundado em 1874 e desde então vem lavrando escrituras, procurações, testamentos, atas notariais, autenticações e reconhecimentos de firmas com qualidade, segurança e rapidez. Possui uma equipe de escreventes altamente qualificada e experiente, sendo um dos cartórios mais procurados, ao longo de sua existência, por pessoas, escritórios e empresas que buscam rientação segura sobre os mais diversos negócios jurídicos, principalmente a compra e venda de imóveis.

Hoje, o 6º Ofício de Notas desenvolve um trabalho especial em torno da Ata Notarial, que é o instrumento hábil para quem deseja comprovar situações cuja produção da prova se torna difícil, como, por exemplo, para provar e dar validade jurídica a documentos que transitam na internet.

Serviços Prestados:
Autenticação
Reconhecimento de firma
Solicitação de certidão
Escritura
Procuração
Testamento

6º Ofício de Notas da Capital do Rio de janeiro

email: cartorio@sextooficiorj.com.br 

(21) 2509-0334
Rua Arthur Bernardes, 14 Loja B - Catete / CEP 22220-070
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