Glória

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Pontos Turísticos do Bairro     Utilidades Públicas do Bairro

A Glória é um bairro de classe média da cidade do Rio de Janeiro, localizado no limite norte da Praia do Flamengo, reconhecido como o primeiro bairro da Zona Sul, caracterizado como um misto de zona sul e centro, por se confundir em certos locais com a Lapa, região pertencente ao Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

O Bairro da Glória teve o seu espaço territorial aumentado, no decorrer do tempo, com o advento de dois aterros, adquirindo novo aspecto, em detrimento da perda do seu aspecto original. Hoje, porém, possui um dos mais belos cartões de visita da cidade - seus jardins e seus grandiosos monumentos. 

Até os anos 30 era considerado o fiel reduto parisiense carioca, pois desde fins de 1880, ainda capital federal, abrigava hotéis que serviam de residência dos políticos representantes de todos os estados do Brasil em exercício no Rio de Janeiro. Sem sombra de dúvida, considera-se que Paris foi fielmente retratada em seus modelos arquitêtonicos e urbanísticos inspirados nos traços daquela cidade européia, haja vista a grandiosidade e beleza da Praça Paris, um verdadeiro jardim francês. O Clube Beethoven, que destinava-se a apresentar obras do compositor alemão, foi também criado neste bairro, por Machado de Assis e por outros artistas, músicos e personalidades.

A Glória apresenta o 16º melhor índice de IDH da cidade, mesmo possuindo uma pequena área territorial.
As atuais construções tomaram o lugar das antigas e clássicas residências de estilo eclético e das vilas operárias tão comuns no período compreendido entre os anos 30 e 60 do século XX.

O bairro da Glória é predominantemente residencial e pode ser considerado tranqüilo, com seus 10.098 moradores (números aproximados). A Glória também conta com uma estação do metrô e possui comércio de bares e restaurantes e construções importantes que fazem parte da história do bairro, tais como:
Hotel Glória
Marina da Glória
Outeiro da Glória
Edifício Manchete (projetado por Oscar Niemeyer)
Memorial Getúlio Vargas
Museu de Arte Moderna
Monumento aos Mortos da Segunda Guerra.

 


Pontos Turísticos

Edifício Manchete

Situado entre os Bairros do Flamengo e a Glória, o Edifício Manchete é, para esta região, a construção ou um marco virtual divisório dos citados  bairros. Localizado na Rua do Russel nº 804 é o ponto referencial do início do bairro da Glória, no sentido zona sul / Centro, para melhor entendimento, é o final do bairro da Glória visto sua numeração.
Foi construído especialmente para abrigar a sede da Bloch Editores e suas famosas revistas que fizeram sucesso durante muito tempo.
Nos anos 80, recebeu a TV Manchete que no mês de agosto de 2000 pediu autofalência deixando assim de existir.
Obra imponente se destaca num complexo arquitetônico que mistura diversas épocas da arquitetura brasileira daquela região.
Oscar Niemeyer, grande mestre e ícone da arquitetura brasileira, elaborou o projeto que possui 30 mil metros quadrados distribuídos em um conjunto de três prédios.
O prédio que se destaca é o que está localizado junto as pistas da Praia do Flamengo, ou especificamente, na parte de numeração par da Rua do Russel, ja que não existem construções do lado ímpar.
A obra chama a atenção na paisagem da Glória desde 1968. Um edifício de 12 andares que possui fachada envidraçada permitindo vista eterna para a Baia de Guanabara, Pão de Açúcar, Parque do Flamengo e o Aterro, sendo a parte principal do conjunto, dos quais só este é visível e conhecido pela população.
Nos anos áureos, o Edifício manchete recebeu a visita de presidentes, governadores e grandes artistas nacionais e internacionais.
Fato marcante, inclusive, foi a cessão de uma das salas do conjunto por iniciativa de seu proprietário, Adolpho Bloch, ao grande amigo Juscelino Kubitschek, logo após o ex-presidente retornar do exílio, para instalação de seu  escritório, onde o mesmo permaneceu até falecer. Tal era o grau de amizade, por Juscelino que Adolpho Bloch fez questão de ceder o saguão nobre do majestoso conjunto arquitetônico para velar o corpo do grande amigo.
Leiloado em maio de 2010 foi comprado pela BR Properties, a companhia informou que pretende realizar a modernização completa do edifício, que vai respeitar a concepção original do imóvel, e construir no local um edifício com salas de escritórios, reuniões,  eventos corporativos e ainda garagem com 320 vagas. As obras devem ser entregues em agosto de 2011.  
Assim como todas as construções projetadas por Oscar Niemeyer, este monumento foi também tombado e incorporado ao patrimônio histórico.
 

 

Rua do Russel nº 804 - Glória
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Hotel Glória - Glória Palace Hotel

O Hotel Glória, inaugurado em 1922, foi o primeiro hotel 5 estrelas do Brasil. Construído a pedido do presidente da República Epitácio Pessoa para sediar o Primeiro Centenário da Independência do Brasil, o luxuoso e ousado projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo arquiteto francês Jean Gire e representou um marco da hotelaria no Brasil e na América do Sul durante décadas, com algumas características, tais como:

- 1º. prédio em concreto armado do Brasil;
- 1º. hotel com banheiros e telefones em todos os 180 quartos iniciais;
- 1º. hotel com heliponto;
- Uma das primeiras piscinas em hotéis do Rio de Janeiro;
- A primeira sauna;
- Primeiro hotel com central telefônica com tarifador automático;
- Primeiro hotel com sala e equipamentos para videoconferência.

Com uma vista deslumbrante da Baía da Guanabara, durante anos o hotel encantou por seu charme, decoração e posicionamento estratégico em frente ao Parque do Flamengo, próximo ao Palácio do Catete (sede do governo brasileiro de 1897 a 1960), ao Aeroporto Santos Dumont e à Marina da Gloria. Em 2008, a EBX comprou o Hotel Glória com o objetivo de restaurá-lo e reformá-lo, para brindar o Rio de Janeiro com a renovação de um icone imobiliário e turístico.

NÚMEROS DO HOTEL

Após reformado, o novo hotel se chamará Gloria Palace Hotel, e será equipado com o há de mais moderno em tecnologia, conforto e segurança. A fachada será totalmente restaurada à semelhança da original e irá atender aos padrões internacionais de segurança e sustentabilidade.

- Hotel com 231 apartamentos
- Geração de 400 empregos diretos e 2 mil indiretos
- Centro de Convenções com capacidade para mil pessoas
- 2 Restaurantes
- Piano Bar no Lobby
- Lounge na cobertura
- Spa e Fitness

O projeto busca também a revitalização comercial, cultural e social do entorno do Gloria Palace. E agora, também com a recente aquisição da Marina da Glória, A EBX visa o fomento do turismo, o aumento da segurança e a melhoria da infraestrutura da região. O investimento previsto é de R$ 200 milhões e a reinaguração está prevista para o último trimestre de 2011.

Rua do Russel Nº 632 - Glória
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Marina da Glória

A Marina da Glória foi idealizada com o intúito de democratizar o uso de áreas de atracação por embarcações pequenas, que pagassem apenas uma taxa de manutenção e pudessem dispor de uma estação de rádio, café e estacionamento, com o objetivo de incentivar o turismo náutico e funcionar como um atracadouro público. Foi inaugurada em 1977.

localiza-se ao sul da enseada da Glória, a menos de 100 metros da orla marítima e a 1.320 metros do Aeroporto Santos Dumont. Tem capacidade para guardar 534 embarcações e presta serviços de guarda, manutenção, shopping, segurança náutica, estacionamento e restaurante, entre outros.

Praticamente no centro da cidade, entre o Aeroporto Santos Dumont e o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial no Parque Brigadeiro Eduardo Gomes - Aterro do Flamengo, a Marina é porto náutico para esportistas e visitantes da cidade.
 
Quem a vê de longe tem a impressão de estar olhando uma pintura, uma obra-de-arte da natureza. Ocupa uma área de 105.000m² e dispõe de cais flutuante e cais nobre e uma infra-estrutura de apoio às embarcações turísticas e desportivas, além de uma variada opção de lojas especializadas em material náutico, restaurantes, lojas de conveniência, estacionamento privativo, segurança dia e noite, cursos de vela, pesca e mergulho, inclusive com tanque para aulas práticas com 5m de profundidade , serviços de eletricidade, mecânica, serralheria, marcenaria, laminação, pintura. 

(21) 2205-6716
Av. Infante Dom Henrique s/n - Glória ( Aterro do Flamengo )
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Memorial Getúlio Vargas

EM 1984, foi lançado um concurso público nacional, com júri presidido pelo arquiteto Oscar Niemeyer, para a seleção de um projeto em homenagem a Getúlio Vargas. O vencedor foi o arquiteto Henock de Almeida. Porém, interesses políticos impediram a execução da obra.

Vinte anos se passaram e, em 2004, o memorial foi enfim construído pela Prefeitura do Rio e entregue ao público em 24 de agosto para as comemorações do 50º aniversário da morte de Vargas.
“Sempre acreditei que um dia o projeto seria realizado e mantive a maquete ao meu lado. Não pela arquitetura, mas sim pela importância da vida e obra do mais popular presidente da nossa história”– comenta Henock.

O memorial foi construído na Praça Luis de Camões, no bairro da Glória, próximo ao Palácio do Catete – palco de manifestações cívicas, com Getúlio – e ao lado do Hotel Glória, freqüentado pelo ex-presidente.
Trata-se de uma idéia simples. Na praça, o busto de Getúlio e o monumento, com duas formas brancas ascendentes, convidam os visitantes a entrar. No subsolo circular, desenvolvem-se os espaços de exposição, pesquisa e eventos culturais, além de um café e um moderno auditório.

A implantação do projeto seguiu quatro parâmetros: respeitar a estátua de São Sebastião – que não foi tocada –, manter toda a superfície com seu uso de espaço de lazer, não cortar árvores e evitar que os moradores dos
prédios vizinhos perdessem a bela vista do Aterro do Flamengo. Para que estes pontos fossem atendidos, o monumento foi reduzido em 30% em relação ao projeto de 1984, ficando com a mesma altura das árvores existentes – 17,50 metros – e ocupando menos de 10% da área da praça.

Inaugurado em 2004, que conta, em seu seu subsolo, com um museu e um novíssimo cinema, o Cine Glória, inaugurado em 2007.

Memorial Getúlio Vargas - Cine Glória
Praça Luís de Camões, (ao lado do Hotel Glória)

Praça Luís de Camões ( Glória )
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Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial

O Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, popularmente conhecido como Monumento aos Pracinhas, localiza-se no Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
O Monumento Nacional aos Mortos da II Guerra Mundial foi idealizado pelo Marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, inesquecível Comandante da Força Expedicionária Brasileira,e projetado pelos arquitetos Marcos Konder Neto e Hélio Ribas Marinho, teve sua construção iniciada a 24 de junho de 1957 e, embora inaugurado a 07 de abril do mesmo ano, a sua obra só foi concluída em 24 de junho de 1960.

Com grande esforço e dedicação o então Marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes conseguiu realizar seu sonho,que era trazer de volta à Pátria os heróis imolados nos Campos de Batalha da Itália.
Em 20 de junho de 1960, partiu para Pistóia, na Itália, uma Comissão para  proceder a exumação dos 462 corpos existentes no Cemitério Brasileiro ali localizado e prepará-los para o translado ao Brasil.
A Comissão de Transladação, presidida pelo Marechal Oswaldo Cordeiro de Faria, que integrou a FEB como Comandante da Artilharia Divisionária, chegou ao Rio de Janeiro em 15 de dezembro de 1960, trazendo os corpos dos brasileiros falecidos, em caixas de zinco individuais, encerradas em urnas de madeira. 

Uma semana depois, em emocionante solenidade, as urnas foram levadas para o Monumento e colocadas nos respectivos jazigos do Mausoléu. Uma das urnas de mortos não identificados passou a simbolizar o "Soldado Desconhecido" e foi entregue pelo Ex-Comandante da FEB, Marechal Mascarenhas de Moraes ao Presidente da República, Dr. Juscelino Kubitschek, que a depositou definitivamente no Pórtico Monumental.

O Monumento abriga e homenageia os restos mortais dos militares brasileiros que haviam sido depositados no Cemitério de Pistoia, na Itália, à época do conflito. A plataforma elevada, que atinge trinta e um metros de altura, pela primeira vez no país, empregou concreto aparente.

O conjunto é integrado por três obras:

- Uma escultura em metal, de autoria de Júlio Catelli Filho, homenageando a Força Aérea Brasileira (FAB);
- Uma escultura em granito, de autoria de Alfredo Ceschiatti, homenageando os pracinhas das três Armas;
- Um painel de azulejos, de autoria de Anísio Medeiros, homenageando os mortos no mar, datado de 1959.

Um ótimo programa para pessoas de todas as idades, contando ainda com a cerimônia de passagem do serviço de guarda entre as Forças Armadas, que ocorre todo o primeiro domingo de cada mês.

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h.

A entrada é franca e conta também com estacionamento no local.

(21) 2240-1283
Av. Infante Dom Henrique - Parque Brigadeiro Eduardo Gomes - Aterro do Flamengo.
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Museu de Arte Moderna

Obra máxima de seu criador, o arquiteto carioca Affonso Eduardo Reidy (1909-1964) - um dos maiores nomes da arquitetura brasileira - o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro situa-se no Parque do Flamengo, em um cenário privilegiado.

Pensado para dialogar com a paisagem - a horizontalidade da composição para fazer frente ao perfil dos morros cariocas, as fachadas envidraçadas, trazendo para o interior o paisagismo de Burle Marx, o projeto de Reidy apresenta-se racionalista e plástico a um só tempo. Não há distância entre a estrutura e a aparência final. Os vãos livres têm um fim prático: a liberdade de composição oferecida ao espaço expositivo, o convite ao jardim no plano térreo. Do cuidado com o concreto aparente à escolha dos granitos e pedras portuguesas, o Museu de Arte Moderna tem localização privilegiada e muita história para contar. Com 130m de comprimento e 25m de largura, o prédio está instalado em meio a jardins no Aterro do Flamengo, junto a Baía de Guanabara e bem próximo do centro da cidade. Vítima de um grande incêndio no ano de 1978, o Museu de Arte Moderna mobilizou a solidariedade de centenas de pessoas em todo o mundo, o que foi fundamental para a recuperação de sua sede e de seu acervo.

Atualmente, o MAM possui uma coleção com cerca de 1.700 obras, entre pinturas, esculturas e gravuras de artistas brasileiros e estrangeiros, além de biblioteca especializada em artes e importante cinemateca, onde acontecem as mostras mais concorridas da cidade. 

CONFIRA ABAIXO O SITE DO MESEU DE ARTE MODERNA E FIQUE POR DENTRO DOS EVENTOS.

E-mail: mam@mamrio.org.br | Site: www.mamrio.org.br

(21) 2240-4944 (21) 2240-4899
Av Infante Dom Henrique 85 - Aterro do Flamengo
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Utilidades Públicas

Aeroporto Santos Dumont

Santos Dumont é um aeroporto da cidade do Rio de Janeiro, inaugurado em 1936.
No Rio de Janeiro, o transporte comercial empregando hidroaviões utilizava o atracadouro da Ponta do Calabouço, posto que a aviação de pouso e decolagem terrestre, ainda incipiente, aproveitava o Campo de Manguinhos. Os aparelhos militares da Aeronáutica e Marinha usavam, respectivamente, o chamado Campo dos Afonsos e o do Galeão.
Como grande cidade e sobretudo, na condição de Distrito Federal, o Rio de Janeiro exigia providências urgentes. Estava na hora de dispor de um Aeroporto condizente com suas necessidades. Duas áreas encontravam-se na mira: a do Calabouço, onde atracavam os hidroaviões de rotas nacionais e internacionais e a de Manguinhos que recebia as aeronaves de pouso e decolagem.

A proposta de implantar o aeroporto no aterro do calabouço repercutiu bem, conquistando elogios de especialistas em aviação do mundo todo. As obras começaram em 1934, em terreno cedido pela Prefeitura do Distrito Federal ao Ministério da Viação e Obras Públicas.

A primeira parte dos trabalhos constituiu-se basicamente da ampliação do aterro em mais 370 mil metros quadrados. Consta até que um burrinho foi emprestado pela Prefeitura para ajudar no serviço. O projeto exigiu a construção de uma muralha de contenção e o lançamento de mais de 2,7 milhões de metros cúbicos de areia na área conquistada ao mar.

Os serviços não foram interrompidos. Hidroaviões continuavam a operar normalmente no local e o terrapleno, antes mesmo de estar concluído, já estava sendo utilizado, franqueado aos 400 metros para pequenas aeronaves. Mais tarde, em 1936, quando alcançou 700 metros, foi aberto para aparelhos de maior porte. O primeiro aeroporto civil do país era finalmente inaugurado.

Atualmente, atende a apenas vôos regionais, como os da Ponte Aérea Rio-São Paulo, Rio-Minas e vôos dentro do próprio estado, pois o aeroporto é um dos menores do Brasil. Devido a atender praticamente só embarques de pequena distância, funciona como um aeroporto de "fluxo rápido". Segundo a INFRAERO, o aeroporto é, atualmente, o décimo aeroporto brasileiro em tráfego de passageiros, com movimento de 3,6 milhões embarques/desembarques em 2008.
O Aeroporto Santos Dumont foi construído em uma área aterrada com o desmonte do Morro do Castelo.
O prédio do Aeroporto Santos Dumont foi projetado pelos irmãos e arquitetos Marcelo e Milton Roberto, em 1938, que ganharam um concurso nacional. A construção foi um marco da arquitetura moderna brasileira, com seu duplo saguão, onde destacam-se painéis de Cadmo Fausto, retratando o sonho mitológico de Ícaro, concretizado por Alberto Santos Dumont com o 14Bis. Os jardins em frente ao Aeroporto, foram projetados por Burl Marx.

Em fevereiro de 1998, o Aeroporto foi atingido por um incêndio, mas foi completamente recuperado em apenas 180 dias, inclusive os painéis que foram delicadamente restaurados.

Sítio aeroportuário
Área: 833.703 m²

Pátio das aeronaves
Área: 95.800 m²

Pista
Dimensões (m): 1.323 x 42 e 1.260 x 30

Terminal de passageiros
Capacidade/ano: 3.200.000 Área (m²): 19.000

Estacionamento
Capacidade: 1.042 vagas

Estacionamento de aeronaves
Nº de posições: 15 

(21) 3814-7070 (21) 2220-2218
Praça Senador Salgado Filho s/n°
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